|
Histerias binárias Oi... Escrito por Leda. às 17h44 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] ... Escrito por Leda. às 22h30 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Decifrando Deus Tem horas que a gente olha pro céu e se pergunta: “o que será que ele tá querendo?”. Na minha saga de tentar decifrar Deus, percebi que sou uma reles mortal e que não cabe a mim o papel de vidente. Mas recebi um recado de Deus. Ele não me mandou uma bola de cristal, tão pouco um milagre aconteceu, só meu celular que tocou e uma voz, que não foi a dele, me disse que vai ficar tudo bem. Deus realmente age com muita delicadeza.Escrito por Leda. às 14h55 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Agridoce – Histórias de mais uma Maria (Cap I) Sclash, Sclash, Sclash fazia o barulho (imaginário) das pernas inquietas da menina, que não paravam um segundo. Sclash, Sclash, Sclash, num movimento continuo, quase uma valsa, uma dança de um passo só. A menina com uma das pernas apoiada na ponta do pé, a balançava pra cima e pra baixo. Parecia inquieta, mas era serena por dentro. Os que passavam perguntavam se estava tudo bem com a menina Maria, e ela com um sorriso afirmava que sim. Estava cansada de tentar explicar que suas pernas gostavam de dançar sozinhas, sem ter nenhum motivo de preocupação. Naquele momento, sentada naquela cadeira, no salão cheio de mulheres em pró da beleza globalizada, Maria estava comedidamente intacta. Por fora, só suas pernas se moviam, por dentro seu sangue chegava perto da ebulição, levada pelos pensamentos que não cessavam. Mas a menina estava morna, serena e séria. Estava acostumada a levar a vida no paradoxo de tudo, e sentir o gosto agridoce do viver. Tem algo mais agridoce do que a vida? Maria se perguntava a todo o momento. Uma coisa que não é tão doce, nem tão salgada e que não chega a ser amarga, nem azeda. O viver agridoce de Maria misturava todos os sabores que já tinha provado. Viver para ela realmente tinha um gosto indefinido, vezes salgado como o mar, sem gosto como o ar, amargo como fel, mais doce que o mel. (Continua) Escrito por Leda. às 00h46 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Procurando por Homens? Escolha o seu em nossa prateleira Inspirada num site feminino que gosto muito (banheirofeminino.com.br), decidi criar uma pequena catalogação de homens. Escolha o seu e seja feliz – ou não. Homem-Dengue Se você pensou que o homem-dengue é um ser apenas dengoso, errou. Claro, ele é dengoso também, mas sua denominação não vem desse predicado. O verdadeiro homem-dengue (HD) surge quando você menos espera e voa baixo, bem perto da bunda, ou seja é um tarado. É facilmente confundido com o homem-pernilongo, mas ao contrário desse, de cor uniforme, o HD é listradinho pois adora uma tendência européia, ou seja, uma biba enrustida. Mas continua gostando de bundas e pernas femininas – logo, o HD é bi, doido para te confundir e te deixar iludida. Seres como o homem-dengue, te deixam com febre, mal-estar, dores pelo corpo e no coração. Mas não se preocupem (ou se preocupem e se previnam, amigas) esse tipo costuma sumir em 45 dias, e nunca mais aparece. Homem-bolo-de-fruta O homem-bolo-de-fruta (HBDF), não é um frutinha, por mais que o próprio nome possa sugerir. O HBDF, geralmente aparece em ambientes familiares, como aniversários de Tias, Primos e Sobrinhos. Sua Mãe, avó e tias provavelmente irão adorá-lo, pois ele realmente é um ser muito doce. Porém, não há nada mais sem graça do que um homem-bolo-de-fruta. Se a fruta for abacaxi ou pêssego então, piorou. E se vier acompanhado de chantilly, é perigoso azedar em menos de uma semana. Se quiser ter uma relacionamento desse, açucarado, mas mais sem sal do que feijão aguado, é melhor não ter diabetes. Vai fundo, pelo menos ele será peça chave em petits comitês familiares e sua mãe nunca irá reclamar que ele foi embora antes do parabéns. Homem-lata-de-cerveja-na-geladeira Quem nunca viu um homem tirar foto de uma geladeira cheia de cerveja, que atire a primeira pedra. O HLDCNG é o típico exibicionista. Ele pode começar com as latas na geladeira, mas logo passará para as garrafas de vodka (se um dia tiver cacife para tal) e terminará com você no rolete. Muito cuidado com esse tipo. Freud ainda tenta explicar o que leva a um homem juntar pobres latinhas para tirar foto. Não bastasse isso, depois de bêbado ainda as empilha vazias para fazer o papel de “homem consumidor”. Ele é tão egocentrista, que ao invés de reciclar as latas, tira mais algumas fotos com elas, e depois as usa para jogar futebol de latinha com os amigos. O Homem-lata-de-cerveja-na-geladeira, provavelmente aprecia uma boa cerveja 'caracu' acompanhada de ovo, apesar de só tirar foto de Skol, Brahma e Bohemia. Não dispensa uma boa coçadinha no saco e com certeza faz aquele tipão do “Eu mato a cobra e mostro e pau, falô?”. Falou. Escrito por Leda. às 00h13 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Tempo Rei O que fazer? Parece que mais uma vez o tempo corre, sem te esperar. Agora que somos adultos, enfim, podemos tomar nossas próprias decisões e decidir o rumo que nossa vida vai tomar. Que difícil. Talvez fosse mais fácil que o tempo passasse e decidisse o que era melhor. Mas as vezes o tempo joga no seu time, outras vezes contra você, e pode ganhar de goleada, ou o que é pior: terminar no 0 a 0. Não tem jeito, é hora de colocar a cabeça no lugar, os miolos pra funcionar e decidir. Não tem como saber o que realmente será melhor pra mim, afinal eu ainda não vivi nenhuma das minhas possíveis decisões. Então eu tenho que dar aquele chute do meio do campo mesmo, se balançar a rede, eu grito gol e saio pro abraço; se o goleiro defender eu respiro fundo e bato o escanteio. É complicado se tornar adulta assim, tão de repente. Creio que me tornei adulta de pouco tempo pra cá, no auge dos meus 21 anos. Mas tudo veio como um vendaval, como uma avalanche, na maioria de coisas boas – ainda bem. Pensar em casar, ter filhos, viajar pra fora, aprimorar o currículo, estudar inglês, arranjar um bom emprego, trocar de carro. Ter que escolher entre uma vida ou outra. Sou só uma, mas tenho muitas vontades. Preciso decidir entre tantas coisas que quero e desejo tanto. Triste não poder fazer tudo ao mesmo tempo. Triste não poder levar tudo que eu amo pra todos os lugares comigo. Trocar um sonho por outro? Ou apenas fazer com que um tenha que esperar? Muitas decisões em pouco tempo. Penso: Será que alguém teria o poder de me ajudar? Mais uma vez me vejo rendida as respostas do tempo. Escrito por Leda. às 12h18 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Sem açúcar, com afeto Aqui em casa não tinha açúcar não. Há muito tempo não sabia o que era ter isso em casa. Mas quando eu era criança tinha. Lembro que uma vez encheu de formiga no pote de açúcar da minha Mãe e ela jogou tudo fora. Naquela época ela ainda fazia café em casa, então comprou um quilo de açúcar novo, e colocou na geladeira – creio eu que formigas não gostem de lugares frios, pelo menos elas nunca entram em geladeiras. O que aconteceu depois que o açúcar foi morar na geladeira é que nós esquecemos dele. Um belo dia, quando lembramos, constatamos que o açúcar tinha virado pedra, e lá foi mais um saco pro lixo. Minha Mãe, virou mulher moderna e começou a só tomar Nescafé (Espécie de café-miojo tipo copnudles, que fica pronto em segundos com água ou direto no leite). Resultado, aumentaram-se as caixas de leite – mas desnatado porque minha Mãe certa vez entrou numa neura de produtos não-gordurosos e é assim até hoje. Me acostumei ao leite, aos potes de adoçante, a tudo 0% de gordura, ao óleo de girassol (?!). Sinceramente não sei se tudo isso adianta, só sei que o que nunca faltou aqui mesmo foi afeto. Quando a Rê (nata Négri) chegou, ela que tem nata até no nome, não achou a mesma na xícara, e me perguntou: “Cadê?”, eu disse que nesse leite não tinha, ela se conformou e acabou até se acostumando com o gosto, com a falta de açúcar, com o nescafé. Quando o Dê (ivid Marins) chegou, logo foi me perguntando aonde ficava o açúcar e a gordura da casa. Eu disse que não tinha, não. Mas com ele não teve jeito. Hoje tem um leite integral (que ás vezes azeda porque sobra), e um potinho de açúcar esquecido e empedrado na geladeira. Raramente ele é usado pelo Mr. Marins aos finais de semana, mas tem que estar lá, junto com o meu afeto e todo meu amor, se não o bebê chora. Escrito por Leda. às 23h29 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Março As vezes faz calor, as vezes frio. As vezes o sol aparece quente, outras eles esquentam as nuvens e nos deixam aqui, numa espécie de sauna sem fim, sem saída. As vezes me pego olhando o céu, esperando uma nuvem passar, se desfazer, ou se integrar a outra. Não é assim que a vida é? Como uma nuvem? Vezes densa, vezes quase vazia; vezes solitária, vezes muito habitada; vezes tempestuosa, vezes ensolarada. Acho que Deus foi de uma grande delicadeza ao crias as nuvens de algodão. Bem, eu espero. E apago o texto várias vezes sem saber o que dizer. Não tem nada pior do que a incerteza do seu destino. Então, me pego a pensar: “Aonde estará o meu destino?” Será aqui do lado dos meus amigos, família, namorado. Será nos EUA, buscando coisas melhores pro meu futuro? Aonde será que Deus quer me levar? Eu acredito em destino, mas sei que aonde estiver serei feliz e alcançarei tudo o que quiser. Mas a incerteza ainda está aqui, e incomoda. Esperar, esperar, esperar. Tem coisa mais chata? Estou testando a minha paciência, ou será que alguém me testa? Viemos para testar ou sermos testados? Para olharmos o céu, ou sermos vistos de lá? Já é Março, são 23:03 do dia 24. Eu gripada e duvidosa continuo por aqui. Vivendo, escrevendo, chegando até a margem de tudo. Vendo muitas nuvens passar, e imaginando as que ainda passarão. Escrito por Leda. às 23h09 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] A minha certeza Não gosto de ser talvez. Gosto de ser a certeza. A certeza do sim, ou do não. Mas a certeza de mim mesma. As vezes não tão boa para os outros mas o suficiente para mim. Certeza que pode deixar triste, ou fazer feliz; que pode desapontar, ou fazer se orgulhar. A singela certeza da verdade, da sinceridade. Eu aprendi há uns anos atrás aquele velho papo banal do "se amar em primeiro lugar". Sim, eu aprendi. E não foi nada fácil, não. Porque se amar nos dias de hoje não é uma simples tarefa. Mas tem que ser, há de ser. Talvez o 'se amar' é a única maneira de colocar todas as coisas no seu devido lugar. Digo, dentro de si, sabe? Só o amor pode dar a certeza e a segurança de ser o que é. E eu sou. Sou o que quero, e não o que os outros queiram que eu queira. Pode não ser o melhor, mas tampouco será o pior. Apenas mais uma, mas única. Entre bilhões a incidência de ser eu. Escrito por Leda. às 14h58 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] A linha tênue Viver é uma linha, é uma estrada, é... sei lá, é o que você quiser que seja. Sempe procuramos metaforizar para enteder mais ou menos porque estamos aqui, nessa terra de ninguém. Querendo ou não enquanto vivemos vamos desenhando um traçado, uma linha. As vezes essa linha fica tão fina que é difícil se equilibrar pra não cair. Viver é uma linha tênue entre existir e deixar de existir. E o deixar de existir assusta, dá medo. Quando a vida de uma pessoa está nas mãos de outras, você percebe o quanto é pequeno diante da "linha" que não é sua. O que nos resta diante dessa incapacidade é torcer para que a linha alheia se recupere, que fique mais forte, mais calejada porém mais dura pra aguentar o que der e vier e for. Escrito por Leda. às 00h50 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Barulho Descobri comendo uma bolacha: O maior e mais alto barulho mora dentro da sua cabeça. Não importa quem esteja perto, eles nunca vão se encomodar com as suas mordidas.
Escrito por Leda. às 00h38 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Chocolate Tenho medo do meu repudio as coisas. As vezes me pego querendo sumir, querendo esquecer de tudo. As vezes me pego detestando algo, algo que eu gostava. É um repudio passageiro, depois passa. As vezes tenho repulso por algumas coisas. Não é nada demais, eu não odeio ninguém, não odeio você. É por coisas, situações. Sabe aquele auto-tapinha na testa? Aquele tapinha do arrependimento, da chatiação, da mesmisse, da fuga inconsequente pra lugar nenhum. É algo assim. Logo depois uma promessa: “nunca mais vou fazer isso”, “nunca mais vou dizer aquilo”, “nunca mais vou comer chocolate”. Acabei de achar a materialização de um exemplo: O chocolate. Eu amo, venero, não vivo sem. Mas odeio e de repente não quero mais ve-lo. Nem preto, nem branco, nem disfarçado de moedinha de 1 Real dourada! E na mesma velocidade em que eu deixei de ama-lo, eu volto. Passo a mão pelo cabelo, vou até a cozinha, pego uma colher de nutela e fico lambendo, até o prata do concavo aparecer, até a colher ficar tão limpa de modo que eu possa me enchergar novamente nela. Como um espelho. Dizem que o amor e o ódio andam lado a lado. Talvez seja por isso, talvez não. Talvez seja pelo fato de eu ser mulher, talvez não. Talvez seja porque ninguém é normal, talvez não. Quem realmente vai saber? Escrito por Leda. às 23h50 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Bagunça Abro a gaveta, uma bagunça. Livros, dicionários, papeis, canetas, mais papéis, lixo, mais papéis; entre eles, folhetos de pizzarias que eu peguei na portaria, um folheto de plano de saúde que eu peguei no farol, anotações minhas, plantas de apartamentos que eu já desisti de comprar, comprovantes de cartões que comprovam o quanto consumista eu sou. Na escrivaninha uma agenda de 2007, em cima uma de 2008, em cima um livro do Jabour, em cima um Cd riscado da Marisa Monte, em cima a TPM do mês passado, em cima o ar, que ainda cabe aqui. Um fone de ouvido, meu celular, o cabo de tranferência da máquina. Epa! Cadê o mouse? Ah, está caído no chão. Do lado dele, uma presilha que eu havia perdido, achei que estava entre meus cabelos, mas descobri que não. Na caixa de presilhas, presilhas não há. Aonde estão todas as outras? Algumas na bolsa branca, outra na bege. Dentro da gaveta deve haver algumas também. E o que sobrou deve estar entre brincos, colares, e anéis na caixa rosa de estrelas na tampa. Tudo enrolado, tudo embolado. Em meio toda essa bagunça as vezes me perco, as vezes me acho. Tudo isso é verdade. Um grande metáfora da realidade. Escrito por Leda. às 23h26 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Sentimento de domingo Todo domingo começa bem. Preguiçoso, para não perder o costume. Quando nasce nublado, parece pedir mais cobertas, mais sono, mais ócio. Como quase sempre, tem aquele almoço fresquinho. Feijão, farofa, torta da Mamãe. Depois dele, mais sono, mais ócio, um pouco de TV e um cochilo de prache. Depois do cochilo, já chega aquela tristeza, a nostalgia de sábado, ou mesmo a saudade da manhã. Domingo depois das 18 é difícil. Você olha para a Tv, o Fantástico já começou, o medo da segunda-feira aumenta a cada intervalo. As luzes do vizinho se apagando, a cidade indo dormir, e você relutando às horas que chegam trazendo a segunda. Não sei o que eu tenho contra esse dia da semana, podia encara-lo como um dia qualquer. Afinal é realmente o que ele é. Mas é um dia qualquer que sucede o domingo. Ou seja, é um dia qualquer que acaba com os meus sonhos e me faz cair na realidade. Enfim férias, achei que esse meu repúdio as segundas fosse passar, mas não. Ainda continuo com medo dela, mesmo não tendo que enfrentar o seu começo as 6 da matina, mesmo não tendo que ir trabalhar, mesmo não tendo nada para fazer. Será que isso não passou porque sei que embora eu esteja de férias, 90% do mundo (Junto com a população China que nunca tira férias) não está? Pra mim não há nada pior que segunda-feira a não ser que a mesma seja feriado. Nesse caso o sentimento de domingo se tranfere para a segunda (feriado) e o sentimento de repúdio de segunda passa para a terça, que assume temporáriamente esse papel. Nada contra as terças, pois incrivelmente eu as amo. Vai ver que é pelo fato delas acabarem com a segunda. Tanto repúdio assim, só poderia resultar em 2 textos sobre o mesmo assunto em menos de 1 mês. E viva a terça-feira!!! Escrito por Leda. às 16h27 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Vazio Acordei e senti um vazio enorme. A casa também estava igualmente vazia, como eu. É clichê do ser humano se sentir triste em uma manhã nublada de segunda-feira, né? Eu sou mais um desses clichês adolescentes / adultos. Os clichês da adolescência passam para fase adulta também, a única diferença é que a gente sabe disfarçar melhor. Ou tenta convencer a si mesmo de que o que está sentindo não tem o menor sentido, afinal você é adulto e não tem mais tempo para ficar triste. Well, eu não sei se eu tenho tempo para essas coisas, mas ainda me reservo o luxo de poder ficar meio down. Principalmente por ser segunda, principalmente por estar nublado e chovendo, principalmente por eu ter dormido de edredom em pleno verão, principalmente por eu acordar sozinha numa casa enorme, e principalmente por estar passando o clipe dos Strokes na TV. Pensando bem, eu ainda tenho um tempinho para o meu vazio e para ficar triste. Cada um sabe aonde mora o seu vazio; as vezes ele está no coração, vezes no estômago, outras na cabeça, ou só na casa inabitada mesmo e em uma segunda-feira cinza e feia. Escrito por Leda. às 11h36 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
![]() | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||